sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O Blog "Diário de uma Leitora Viciada" também tem dado espaço aos autores nacionais. Nosso muito obrigada a todos os blogs amigos que têm se unido em prol da valorização do Autor Nacional.

https://www.facebook.com/644362178966852/photos/a.674274549308948.1073741833.644362178966852/693749807361422/?type=1&theater

Que postagem mais fofa! Obrigada, Markus e ao Blog "Mundo em Cartas". Vai lá e confere as dicas super especiais do Markus para você.

http://mundoemcartas.blogspot.com.br/2014/09/dica-de-leitura-espera-de-um-adeus.html?showComment=1410991779551#c5618484293872446518

Olha aí, gente! Mais uma super parceria. Dá uma olhada na publicação do blog do Victor sobre o nosso livro e as demais novidades do mundo literário. Convido você a conhecer o trabalho dele e prestigiar a nossa matéria.

http://victor-reads.blogspot.com.br/p/autores-parceiros.html

Mais um blog super fofo para você conhecer - Blog do Balaio. Linda postagem, Vanessa. Obrigada pelo carinho e por apostar na Literatura Nacional.


http://balaiodelivros.blogspot.com.br/2014/09/lancamento-espera-de-um-adeus-da-autora.html?showComment=1411140131357#c2228735742614771022

No "Diário de uma Leitora Viciada" também tem uma publicação sobre o livro. Dá uma olhadinha lá para conferir, curtir e compartilhar com suas amigas que são fãs de livros


https://www.facebook.com/644362178966852/photos/a.674274549308948.1073741833.644362178966852/693749807361422/?type=1&theater

terça-feira, 29 de julho de 2014

Uma rua que se chama Esperança

Os dias são maus.

Disso ninguém duvida. E dependendo de qual parte do planeta você está lendo essa mensagem ou de como se encontra seu estágio emocional, seus dias podem está sendo piores ainda.

O mundo está em guerra. Será que ninguém vê?

Aviões estão sendo abatidos como passarinhos pela mão de um menino com sua baladeira. Por pura diversão.

A fome assola milhares de pessoas, e o vale de ossos secos se estende a perder de vista. A imagem do menino cadavérico continua servindo, muitas das vezes, apenas como pano de fundo de uma mensagem para tocar o nosso coração gordo. Tem gente que chora. Só que no final das contas, continuamos sentados em frente ao nosso aparelho distribuindo likes ao invés de atitudes. Ninguém faz simplesmente nada.

 A natureza geme pelos constantes ataques do bicho homem. Este predador astucioso, consumidor voraz, se espalha como uma peste destruindo tudo que toca. E pasmem, ainda existe quem acredita que somos racionais!

Países guerreiam entre si por motivos que nem eles mesmos sabem mais.  E não são só os países que estão apontando as armas uns para com os outros. Os vizinhos também. E os colegas de trabalho. E o chefe e o empregado. E os que eram para serem irmãos estão com suas cartucheiras cheias, prontos para o embate. A língua está em ponto de bala.

Há também aqueles que estão com suas armas apontadas para a própria cabeça. Suas mesinhas de cabeceira mais parecem uma farmácia. É remédio para dormir, para acordar; para não ter pesadelos, para sonhar; para sorrir e não ter tanto que chorar. Para abrir a porta e depois fechar. Para não pensar em morrer ou, quem sabe, para se matar.

E o que fazer ou pensar diante de uma realidade assim? Apego-me ao meu melhor remédio: a fé.

Fé que me refaz as forças na fraqueza. Que me capacita a perdoar quem tão traiçoeiramente me feriu. Que me encoraja a colocar com um sorriso no rosto mesmo quando tudo vai mal. Que me ajuda a continuar trilhando na estrada da vida mesmo com tantas placas tentando me fazer parar. É essa fé que não me faz desistir.
E você? Quer caminhar comigo?

“... mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus (Fl 3.13-14).

                                                                                                     Jorgeana Jorge

sábado, 12 de julho de 2014

A graça da coisa



O fermento é um produto bem conhecido nosso. Ele é utilizado em diversas receitas contemporâneas, mas o processo de fermentação antecede e muito o nascimento de Cristo. Os organismos ditos fermentadores (fungos e bactérias) se valem deste recurso para produção de energia. Entretanto, entre os humanos, ele está sendo cotidianamente aperfeiçoado para apimentar os relacionamentos interpessoais.

Isso mesmo. Nada como um bom fermento para levedar a massa, ou melhor, as intrigas. Ainda duvida? Então me responda: que graça teria se sentar numa calçada e não reparar nos nossos vizinhos? Tem jornal melhor para se ler do que a vida dos outros?

Que graça teria o facebook se não pudéssemos dar, de vez em quando, uma alfinetadinha naquele desafeto que nós ainda mantemos no nosso grupo de amigos só para matarmos o infeliz de raiva? Ele bem que poderia passar sem essa, mas não vamos dar o gostinho, não é?

Que graça teria escutarmos um comentário de alguém por aí e não tomarmos a ofensa para nós? Convenhamos, é sempre mais divertido quando causamos uma tremenda confusão por nada.
Que graça teria eu guardar apenas para mim aquela informação que vai  atrapalhar a comunhão entre os irmãos? Afinal de contas, eu aprendi com a vida que todas as coisas têm que ser postas as claras. Ou não?
Que graça teria eu escutar uma fofoca e não passá-la a diante? É mesmo. Não teria graça nenhuma.

Vede e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus. Mt 16.6
Evitem toda forma de mal. I Ts 5.22


Jorgeana Jorge

sábado, 28 de junho de 2014

Gratidão

Tem dias que a gente acorda com o coração mole. O meu já estava em estado pastoso, quase liquefeito. Meu marido logo deu o diagnóstico – TPM. Passou longe. Mas valeu a tentativa. Os homens, em geral, costumam atribuir qualquer alteração de humor da mulher a esse coquetel hormonal que somos presenteadas todos os meses. Até os entendo. Deve ser algum instinto de defesa que acabaram desenvolvendo com o tempo. Eles entenderam que em dias assim, melhor mesmo é manter uma distância de segurança. 

Muitos são os motivos que podem amortecer ou nocautear os nossos corações. A chegada inesperada daquele parente tão querido que não víamos há anos ou a partida eterna dele. Quando o grande amor de nossas vidas, finalmente, cria coragem para se declarar ou nos liberta para seguirmos noutro caminho.

O nascimento do nosso primeiro filho ou o dia da sua formatura depois de tantas lutas enfrentadas. O diagnóstico de uma doença letal ou a notícia que essa seria a última sessão de quimioterapia. O dia da resolução de que faríamos aquela tão ousada viagem ao redor do mundo ou, inicialmente,  para dentro de nós mesmos.

Pois bem, voltando ao status quo do meu coração, eis a resposta à questão que não é nenhum mistério. O meu motivo é gratidão.

Gratidão àqueles que nos acolhem dentro do seu coração e não nos deixam mais sair. Gratidão àquela amizade despretensiosa que estende a mão sem esperar nada em troca. Gratidão àqueles que sonham os nossos sonhos e nos ajudam a realizá-los. Gratidão àqueles que nos feriram ou foram traiçoeiros, pois nos ajudaram a aumentar a nossa fé, esperança e perseverança. Hoje somos mais fortes e corajosos graças à ajuda deles. 

Gratidão àqueles que continuaram ao nosso lado mesmo na distância. Que entenderam que a quilometragem não impede dois corações de baterem juntos. Gratidão àqueles que mesmo sem ser família se fizeram família. O sangue do Cordeiro nos uniu.

Como é bom acordar assim. Não deixo de dar graças por vocês, mencionando-os em minhas orações Ef 1.16.

 Jorgeana Jorge

domingo, 22 de junho de 2014

Livrai- nos do mal


A oração dominical ensinada por Jesus em Mateus capítulo 6 é clássica. Não importa se você tem algum tipo de religião ou não, certamente já ouviu falar dela. O Mestre discorre em apenas seis versículos os pontos-chave que devem conter em nossas preces. Ele nos alerta que elas não precisam ser longas ou repetitivas. Embora Ele saiba o que iremos dizer antes mesmo da palavra nos chegar à boca, o Senhor não abre mão de se relacionar com seu povo. O Pai reforçou isso quando batizou seu filho de Emanuel – o Deus conosco.

Essa oração pode ser dividida em dois blocos. O primeiro refere-se à glória devida ao Pai Celeste, e a segunda parte foca nas necessidades inerentes aos seres humanos. Não pretendo me estender em cima de todo o texto, embora o tema seja bem propício para uma proveitosa discussão. Foi no final da oração que meus olhos repousaram mais longamente. Mas livrai-nos do mal. Exatamente aqui.

Nos tempos violentos em que vivemos, elencar o que nos faz mal é tarefa fácil. Tanta coisa nos assola, aterroriza que poderíamos preencher rapidinho, uma folha em branco.

Esse pavor coletivo explica o motivo das fileiras de nossos muros estarem cada dia, mais altas. Cercas elétricas, cachorros bravos, vigias, alarmes, toda essa parafernália tenta nos passar a sensação de segurança que tanto ansiamos.

O bem da verdade é que estamos nos isolando em pequenas ilhas. Às vezes, desconhecemos até o nome de nossos vizinhos! Se ele tiver zapzap, até vai. Mas bater um papinho prosaico na calçada é brincar demais com a sorte. Vai que passa dois moleques numa moto, e com uma arma em punho um grita: É um assalto! Deus nos livre desse mal.

Nossas casas estão se tornando mini-prisões. Somos os encarcerados nesta história. Tudo isso na tentativa de proteger o nosso maior tesouro – nossa família. Quem não aplaudiria uma atitude dessas?

Só que existe um perigo invisível que tem passagem livre para dentro de nossos lares e é até mais letal que o mais perverso assassino que você possa se lembrar -  a nossa natureza.

Ela tem passe garantida para adentrar em todos os cômodos. Entra e sai quando bem entende. A mais atrevida entra sem pedir licença mesmo. Nem quer saber se está sendo inconveniente ou não.

Em resumo, somos perigosíssimos. Carregamos armas que não podem ser detectadas pelos sensores elétricos mais sofisticados. Alguns até se orgulham de terem esse arsenal à mão. Atiradores de elite. Outros, simplesmente, nem se apercebem como sendo exímios exterminadores, no entanto matam do mesmo jeito.

Levamos em nossos coldres, artilharia capaz de prostrar sonhos, destruir amizades, afundar casamentos, ferir almas, mutilar corações, infectar pensamentos com mentiras e difamações que evoluirão para feridas purulentas. Quantos leprosos de espírito se pode contar dentro de nossas casas? A semente da destruição está se dispersando com uma facilidade assustadora. E contra esse mal, pouco temos nos preocupado em nos defender.

É meus queridos, estamos em perigo mesmo. Livra-nos, Senhor!


Jorgeana Jorge

domingo, 15 de junho de 2014

Dia de Faxina


Hoje resolvi que era dia de faxina. Não é todo dia que acordamos com essa disposição, por isso logo me levantei. Andei pelos cômodos da casa em busca de qualquer coisa que se enquadrasse na categoria de tralha. O trabalho ia ser árduo. Minha mãe que o diga.

Só que sem pretensão nenhuma passei de frente ao espelho e parei quando vi meu reflexo nele. Naquele instante tive a certeza por onde deveria começar a faxina geral – por mim mesma.

Resolvi me livrar do sorriso contido. Já estava mais que na hora de gargalhar outra vez. Abrir um gostoso sorriso para as simplicidades da vida.

Resolvi deixar a desconfiança de lado. Quem sabe já não estava em tempo de dar um novo voto de confiança para o marido, para a colega, para o vizinho, enfim, para o próximo que de alguma forma nos decepcionou.

Resolvi que era hora de tirar a maquiagem. Lembrar que havia uma beleza singular em andar de cara limpa. Limpa de inseguranças e complexos. Sem camuflagem, sem photoshop, sem filtro.

Resolvi que era hora de jogar fora as mágoas que carrego no peito e que tornam a minha caminhada tão pesada.

 Resolvi que já estava mais que em tempo de deletar aquelas mensagens irônicas e cheias de sarcasmo que só serviam para alimentar a erva daninha do rancor em meu jardim.

Resolvi que era oportuno me afastar daquelas pessoas que só atrasam a minha vida. Elas nunca têm nada bom a acrescentar, mesmo. São eternas fontes de fel e contendas.

Resolvi que era hora de terminar de vez com aquela relação doentia que em nada se parecia com amor.

Resolvi que era hora de jogar o medo no fundo da lata do lixo e finalmente criar coragem para ir em busca dos meus sonhos engavetados.

Resolvi que era hora de me desfazer de vez da vão expectativa de achar que irei agradar todo mundo. Essa façanha nem mesmo o Mestre dos Mestres conseguiu. Imagine, eu!
                                                                                                                             

                                                                                                                                Jorgeana Jorge

sábado, 14 de junho de 2014

Espiritualidade no Casamento


Como blindar o nosso casamento? O que fazer para ser feliz no casamento? Guia dos dez passos para um casamento feliz. Acredito que alguém já se deparou com títulos como esses por aí. Então será mesmo que existem meios para firmarmos as nossas alianças matrimoniais?

Muitos têm se debruçado sobre esse tema devido ao momento delicado pelo qual a família tem passado. As Escrituras, especialmente, em Efésios 5.18-6.4 abordam sobre a dinâmica dos relacionamentos em família. O apóstolo Paulo traça ali, os preceitos gerais que devem nortear a família cristã, pois mesmo ele não sendo casado, sabia das dificuldades que um casal enfrentaria na sua jornada conjugal.
Um dos mitos que necessitam ser superados é a ideia de que ser um casal cristão autêntico significa estar isento de passar por dificuldades. Essa declaração está longe do que explana as Escrituras. Votos, rituais, correntes de oração sugeridos por algumas denominações não irão garantir a tranquilidade em nossos lares.

Nada disso deve substituir a prática de uma vida piedosa pautada nos ensinos sagrados. Devemos dar bons exemplos diários na vida de nosso cônjuge e de nossos filhos. Eles devem ver através de nosso testemunho, o reflexo do Cristo que pregamos.

Ser cristão verdadeiro não é fácil. E pode até trazer ainda mais conturbações para dentro dos lares porque o padrão bíblico para o relacionamento entre o marido e a mulher é muito mais elevado do que imaginamos. E, infelizmente, muitos casais não estão dispostos a se sacrificar em prol de construir famílias sadias. Uns acabam por optar pelo divórcio, pois acham o caminho mais fácil. Outros pensam que o simples fato de irem ao Templo e participarem dos cultos, garantirá que a sua família terá um final feliz.

Muito esforço, particular e coletivo, precisa ser empreendido para garantir o sucesso no casamento. Todos devem ter bem compreendido qual o seu papel no plano de Deus para a família. Na carta de Paulo aos Efésios podemos entender bem qual é a orientação Dele. O casamento vai muito além da legalização da atração física entre um casal. O lar deve ser um espaço onde o Espírito Santo deve habitar plenamente.

E como vamos conseguir isso? Como nossos lares poderão ser cheios do Espírito Santo? A resposta vem nos versículos seguintes (Ef 5.18-6.9) onde o apóstolo pontua: “animem uns aos outros com salmos, hinos e canções espirituais [...]. Em nome do nosso Senhor Jesus Cristo, agradeçam sempre todas as coisas a Deus, o Pai. Sejam obedientes uns aos outros, pelo respeito que têm por Cristo”. E nos versículos seguintes ele discursa sobre a “sujeição” no casamento, na família e na sociedade.

Entendemos com isso que nossa vida espiritual afeta diretamente os nossos relacionamentos sejam eles dentro ou fora de nossas casas. Devemos ter um coração disposto a obedecer, a sujeitar-se. Essa não é uma ordem nada fácil de ser cumprida, principalmente, para nós que colocamos o nosso “eu” no altar ao invés de Cristo. Jesus já nos orientou a respeito disso. É na dureza do coração do homem que reside à infelicidade nos lares (Mt 19.8).

Precisamos nos despojar de nossas paixões infames e permitir que o Espírito Santo encha nossas vidas. Sejam sal e luz dentro do seu casamento. Tenha uma vida controlada pelo Espírito. Um cristão transformado pela Palavra de Deus é de fácil convívio e um verdadeiro bálsamo no lar.

Façam da sua aliança com o seu cônjuge um reflexo do relacionamento de Cristo com sua Noiva. No dia que compreendermos a seriedade dessa analogia, teremos casamentos bem diferentes.
                                                                                                                                                                                          Jorgeana Jorge

quarta-feira, 28 de maio de 2014

E a sua família, vai bem? – Parte II

Faz parte da mordomia cristã tudo aquilo que Ele coloca sob nossa administração. E o cuidado com a família, não foge a essa regra. Esse é um projeto especial de Deus.

É nossa responsabilidade fazer com que os princípios anunciados na Palavra de Dele saltem das páginas sagradas e ganhem vida em nossos lares. Precisamos por em prática tudo o que temos aprendido em nossos estudos bíblicos. Então por que o número de divórcios está aumentando a cada dia, inclusive entre os cristãos? Será que estamos respaldados para abandonarmos nossos lares por qualquer motivo? Claro que não. Desta forma, o que justifica a notória deterioração dos casamentos de hoje?

Não é de agora que escutamos os gritos daqueles que se declaram inimigos do casamento. Frases de personalidades são conhecidas e compartilhadas até com certo entusiasmo, entre alguns. E, infelizmente, por causa da dureza do coração do homem, essas fileiras têm se engrossado a cada dia. Mais e mais pessoas frustradas em seus relacionamentos comungam do gosto amargo do divórcio. O que fazer diante deste panorama tão sombrio? Como devemos proteger o nosso casamento?

Todos nós estamos suscetíveis ao fracasso no lar. Não existe uma fórmula mágica para que isso nunca aconteça. Entretanto, a Bíblia, o manual de vida do verdadeiro cristão, nos dá orientações claras de como podemos escapar de algumas armadilhas que podem comprometer o sucesso do relacionamento entre marido e mulher.

Acreditamos que famílias comprometidas com os ensinos das Escrituras serão mais estáveis e felizes, mesmo passando por diversas tribulações. Nenhum casal está isento de conflitos no seu cotidiano. Até aqueles que parecem ser tão inabaláveis. O sábio Salomão no livro de Cântico dos Cânticos 2.15, advertiu sobre o perigo das “raposinhas” que tinham a capacidade de devastar as vinhas, mesmo elas estando em flor. Devemos guardar o nosso jardim, o nosso lar, de todos os tipos de predadores e parasitas.

Quem hábitos nocivos estão envenenando o seu relacionamento com a sua esposa (o)? Ou com os seus filhos? A televisão, a internet, o seu smartphone, o excesso de trabalho, seus “amigos”, seu ego, as drogas, os vícios, a pornografia, a infidelidade? O que tem sugado a vitalidade do seu casamento? A lista pode ser bem mais longa e totalmente diferente desta aqui. E não se iluda, pois ela terá a mesma capacidade de destruir rapidamente o que você levou anos para conquistar.

Todas essas coisas podem até proporcionar certo prazer, contudo elas são como praga que vai se alastrando aos poucos e quando você percebe, já está paralisado com a sua toxina. Seja cauteloso. Observe o que está registrado em Provérbios 4.23 - “ tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos”.

Esposa edifique a sua casa. Proteja seu casamento com um exemplar testemunho, orações e súplicas. A oração de um justo pode muito em seus efeitos (Tg 5.16b).  Seja uma verdadeira auxiliadora de seu esposo.

Marido, você é o cabeça de sua casa. Deus outorgou a ti a responsabilidade de proteger a sua família. Mantenha-se forte e firme na missão que Deus te confiou. Não se esqueça de cultivar o amor, o diálogo, o respeito e levar sua família a um relacionamento íntimo com Deus. Cuide do Éden que Deus, mais uma vez, confiou a você.

                                                                                                     Jorgeana Jorge